Dentist in Vaughan
Dentist in Vaughan

Secmi e Sindisuper farão terceira rodada de negociação

O Sindicato dos Comerciários de Ilhéus e Região (Secmi), fará nova reunião nesta quarta-feira (05), com o Sindisuper (Sindicato dos Mercados), para mais uma rodada de negociação visando a consolidação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2023/2024.

A reunião presencial está prevista para dar inicio ás 10:00 desta quarta-feira (05) em Itabuna. 

Reajuste reivindicado já havia sido recusado  na reunião anterior.

Os patrões alegam que o movimento nos mercados caiu e, por isso, não podem avançar no reajuste, porém, não apresentam números. Essa informação contradiz dados do setor que está aquecido. afirma a presidente do Sindicato laboral, Crisméslia Silva.

CCT Comércio Varejista 2022/2023: Reunião com o patronal será no dia 03

A Pauta de Reivindicações dos comerciários foi entregue ao setor patronal na manhã da terça-feira, dia (08/02).

O presidente do Sindicato do Varejista de Ilhéus, Sr. Antônio Costa, recebeu das mãos do diretor financeiro do Secmi (Sindicato dos Comerciários de Ilhéus e Região), Joabes Correia, documento que reúne as reivindicações da categoria, que entre outros benefícios, luta por 10,6% de reajuste (INPC mais aumento real).

“A nossa expectativa agora é bastante positiva. Esperamos uma boa recepção do setor patronal das nossas reivindicações e sensibilidade ao que requeremos, já que todos os pontos dessa pauta vão de encontro à necessidade do trabalhador”, declarou a presidente do Secmi, Crismélia Silva. Para ela, esta será mais uma campanha salarial vitoriosa.

A  reunião com o sindicato patronal para tratar da CCT 2022/2023, será nesta quinta-feira (03), ás 15:30 na sede do Sicomercio.

“Não há motivo para não chegarmos a um consenso, o conteúdo da pauta está de acordo com a realidade do setor, e atende às prioridades dos trabalhadores, o Sindicato laboral tem se empenhado na luta por mais direitos e benefícios”, finaliza Crismélia Silva.

Brasil volta a ter inflação de dois dígitos após seis anos

A inflação fechou o ano de 2021 em 10,06%, a maior alta em seis anos e bem acima da meta estabelecida pelo Banco Central (3,75%). O resultado foi também acima do esperado: analistas de mercado estimavam 9,99%, segundo o Boletim Focus, divulgado pelo BC. Para 2022, a projeção do Focus é que a inflação encerre o ano em 5,03%, acima do teto da meta.

Segundo reportagem de O Globo, os principais vilões da inflação foram energia elétrica, combustíveis e alimentos. O mês de dezembro, porém, foi marcado por uma desaceleração no indicador, sobretudo dos preços dos combustíveis.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, citou três fatores para o descumprimento da meta: elevação do preço de commodities, tarifa mais cara de energia elétrica e impacto nas cadeias produtivas globais. O risco fiscal, tema central no debate sobre a política econômica do governo em 2021, não foi abordado em carta enviada ao Ministério da Economia.

A alta dos preços se transformou em um fenômeno mundial durante a pandemia. O Brasil, no entanto, registrou a terceira maior inflação entre os países do G-20.

Os brasileiros devem continuar sentindo o peso da economia estagnada, com desemprego ainda elevado, e pagando caro pelos alimentos ao longo de 2022, afirma Luiz Roberto Cunha, do departamento de Economia da PUC-Rio.

Pesquisa aponta aumento do custo da cesta básica em Ilhéus e Itabuna

Pesquisa do Projeto de Extensão e Acompanhamento de Custo da Cesta Básica, realizado pelo Departamento de Ciências Econômicas da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), revela alta de preço da cesta básica em Ilhéus e Itabuna no mês de dezembro de 2021.

O estudo divulgado nesta segunda (10) mostra que a chamda ração mínima ficou 0,91% mais cara em Ilhéus, chegando a R$ 482,87. Dos 12 itens que compõem a cesta básica, oito produtos aumentaram de preço: café (6,68%), carne (6,67%), banana (5,68%), açúcar (4,46%), leite (2,15%), manteiga (1,56%), feijão (1,32%) e óleo (0,82%). Em contrapartida, reduziram de preço: tomate (-9,81%), pão (-5,93%) e arroz (-5,34%). A farinha de mandioca não apresentou alteração de preço em dezembro.

Em Itabuna, a alta foi ainda maior: 2,11%, custando R$ 491,79. Seis itens tiveram aumento de preço: banana (27,06%), café (9,99%), farinha (6,93%), carne (3,54%), leite (2,89%), açúcar (2,66%). E cinco reduziram de preço: tomate (-8,28%), manteiga (-4,57%), feijão (-1,31%), arroz (-0,45%), e pão (-0,11%). O preço do óleo de soja não sofreu alteração.

Com informações da UESC

Mercado financeiro projeta inflação em 10,18% para este ano

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu de 10,15% para 10,18% neste ano. Essa foi a 35ª elevação consecutiva da projeção. A estimativa está no Boletim Focus de hoje (6), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a expectativa das instituições para os principais indicadores econômicos.

Para 2022, a estimativa de inflação subiu de 5% para 5,02%. Para 2023, a previsão passou de 3,42% para 3,50% e para 2024 foi mantida em 3,10%.

A previsão para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior de 5,25%. Para 2022 e 2023, as metas são 3,5% e 3,25%, respectivamente, também com intervalo de tolerância 1,5 ponto percentual.

Taxa de juros

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 7,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Na última reunião do Copom deste ano, marcada para amanhã e quarta-feira (8), a previsão do mercado financeiro é que a Selic suba para 9,25% ao ano.

Para o fim de 2022, a estimativa é de que a taxa básica chegue a 11,25% ao ano. E para 2023 e 2024, a previsão é de Selic em 8% ao ano (a previsão da semana passada era 7,75% ao ano) e 7% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 4,78% para 4,71%. Para 2022, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 0,51%. Na semana passada, a estimativa de expansão era de 0,58%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB de 1,95% e 2,10%, respectivamente.

A expectativa para a cotação do dólar subiu de R$ 5,50 de R$ 5,56 para o final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão passou de R$ 5,50 para R$ 5,55.

Trabalhador que perder ação não pagará honorários, decide STF

Nesta quarta (20), o STF decidiu, por 6 votos a 4, que pessoas pobres, caso percam uma ação trabalhista, não terão que pagar os honorários de peritos, nem dos advogados da parte vencedora.

Os valores são bloqueados de créditos obtidos em outros processos. Mas, se o trabalhador faltar à audiência, terá que arcar com as custas. Infelizmente, o STF decidiu manter a cobrança.

A justiça gratuita pode ser concedida aos trabalhadores que recebem salário igual ou inferior a 40% do limite máximo dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social.

Sobre os honorários, a maioria dos ministros seguiu o entendimento do ministro Edson Fachin, que afirmou que as regras ferem o direito fundamental de acesso à Justiça. “Verifica-se, a partir de tais restrições, uma possibilidade de negar-se direitos fundamentais dos trabalhadores”, afirmou Fachin.

Acompanharam o entendimento da maioria os ministros: Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli. Moraes, Cármen Lúcia e Toffoli entenderam, no entanto, que as custas pela ausência em audiência são devidas.

Geração de emprego em 2020 cai pela metade após revisão

O Governo federal divulgou dados errados da geração de emprego em 2020. O Ministério do Trabalho e Previdência fez a revisão e as vagas de carteira assinada em 2020 caíram quase 50%.
No início deste ano, foi anunciado que o Brasil tinha gerado 142.690 empregos com carteira assinada no ano passado, segundo os dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Na época, o Ministério do Trabalho era uma secretaria dentro do Ministério da Economia e o ministro Paulo Guedes comemorou o resultado como uma “grande notícia”.
Em julho deste ano, o Ministério do Trabalho e Previdência foi recriado e revisou os dados de 2020 que foram divulgados em setembro.
Por meio de nota, o ministério informou a causa da diferença nos números de 2020. Ocorreu um aumento no número de declarações de contratação e demissão que foram realizadas fora do prazo pelas empresas e que essa alta foi provocada pelo processo de transição das declarações para o eSocial.
“A diferença no saldo da última atualização dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) reflete, na verdade, uma mudança no resultado bruto de admissões e demissões – apenas 3,6% de demissões a mais do que o informado no fim de 2020 e 1,8% de admissões a mais do que o informado no fim de 2020. Essa pequena diferença se deve a declarações realizadas fora do prazo pelas empresas declarantes”, informa a nota.
“Tradicionalmente, os dados do Caged podem ser atualizados até 12 meses após a data de realização da movimentação (admissão ou demissão). A entrada de dados fora do prazo acontece quando as empresas declaram as informações de admissão e demissão após a competência em que a movimentação se realizou. A possibilidade de realizar esse tipo de declaração já existia no antigo Caged, havendo uma ocorrência um pouco maior neste momento devido ao processo de transição para a declaração via eSocial, que ocorreu para um número significativo de empresas ao longo de 2021”, continua o Ministério do Trabalho e Previdência.
Repercussão na internet
Nas redes sociais a repercussão da revisão dos dados virou um prato cheio para que o governo fosse críticado.
Guilherme Boulos – VERGONHA! O governo Bolsonaro distorce dados sobre geração de empregos no país. Após revisão do Novo Caged, número de vagas criadas caiu pela metade! Paulo Guedes é um farsante!
Orlando Silva – deputado federa – ATENÇÃO!!! Lembram dos números do Caged de 2020, mágica pela qual o governo comemorava saldo de 142 mil empregos no ano? Então, era SIMPLESMENTE MENTIRA!
Uma revisão dos números mostrou que as vagas criadas foram menos da metade do que o informado.
Bolsonaro e Guedes mentem!
Confira a nota do Ministério do Trabalho na íntegra:
O Ministério do Trabalho e Previdência esclarece que a diferença no saldo da última atualização dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) reflete, na verdade, uma mudança no resultado bruto de admissões e demissões – apenas 3,6% de demissões a mais do que o informado no fim de 2020 e 1,8% de admissões a mais do que o informado no fim de 2020. Essa pequena diferença se deve a declarações realizadas fora do prazo pelas empresas declarantes.
Ressaltamos que, mesmo com a mencionada revisão, o saldo do Caged de 2020 se mantém positivo, em que pese o pior momento da pandemia da Covid 19. Este ano, o Brasil já registra saldo de mais de 2,5 milhões de empregos formais.
Tradicionalmente, os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) podem ser atualizados até 12 meses após a data de realização da movimentação (admissão ou demissão). A entrada de dados fora do prazo acontece quando as empresas declaram as informações de admissão e demissão após a competência em que a movimentação se realizou. A possibilidade de realizar esse tipo de declaração já existia no antigo Caged, havendo uma ocorrência um pouco maior neste momento devido ao processo de transição para a declaração via eSocial, que ocorreu para um número significativo de empresas ao longo de 2021.
Reforçamos que os dados anunciados são reais e obedecem às informações declaradas pelas empresas, podendo ser ajustados para 2020 até o final de 2021. Todos os meses esses dados são atualizados e disponibilizados de forma transparente no painel público do Caged.
com informações do G1

Centrais fazem ato cobrando a prorrogação da desoneração da folha de pagamento

Em busca de preservar empregos em 17 setores, sindicalistas das centrais sindicais fizeram ato, na tarde desta segunda-feira (25), em frente a sede do governo federal, na Avenida Paulista, em São Paulo. Participaram trabalhadores da Força Sindical, Cut, UGT, CTB, CSB e Nova Central.

De acordo com as lideranças sindicais, caso a desoneração da folha seja encerrada, até 6 milhões de trabalhadores podem perder o emprego, nos próximos meses. O tema está em discussão na Câmara dos Deputados que pode prorrogar a medida até 2026. Pelo modelo atual, a desoneração acabaria no fim de 2021.

“Estamos na luta pela preservação dos milhões de empregos”, falou o presidente da Força Sindical, Miguel Torres. Segundo ele, o Congresso precisa urgente aprovar a desoneração da folha de pagamento. O presidente da Força Sindical também cobrou celeridade na votação da reforma tributária.

O presidente do Sintracon-SP (Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil SP, Antonio de Sousa Ramalho, pediu sensibilidade social para a questão do emprego e renda. “Nossa luta é para garantir empregos”, afirmou o sindicalista.

O secretario geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), ressaltou a importância da unidade das centrais na luta pela manutenção dos postos de trabalho.

Mercado financeiro estima inflação de 9,17% para este ano

Pela trigésima vez consecutiva, a estimativa da inflação oficial no país foi de alta, alcançando 9,17% para este ano e 4,55% para 2022. A projeção é do boletim Focus, do Banco Central (BC), divulgado nesta segunda-feira (1º). O documento reúne previsões de mais de 100 instituições do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos.

Nem a alta dos juros foi suficiente para segurar a estimativa do mercado financeiro para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e, pela primeira vez, o patamar é superior a 9%. Na semana passada, a previsão estava em 8,96%. O IPCA não deveria ser maior que 5,25% este ano, segundo a meta de inflação fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O centro da meta é de 3,75%, mas a margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo permite que o índice varie de 2,25% a 5,25%.

Selic

No caso da taxa básica de juros, a Selic, principal ferramenta de controle da inflação, a projeção dos economistas é que chegue a 9,25% ao ano em 2021. Para 2022, pela primeira vez, a expectativa é de que a taxa, que atualmente está em 7,75% ao ano, fique acima de dois dígitos e alcance a marca de 10,25%.

PIB

Os analistas reduziram a expectativa sobre o Produto Interno Bruto (PIB), que em 2021 deverá ser de 4,94% ao ano. A previsão é menor do que na semana passada, de 4,97%, e menor que há um mês, quando o crescimento previsto era de 5,04%. Para 2022, a projeção para o PIB também diminuiu. Os especialistas que participam da pesquisa semanal do Banco Central indicaram um crescimento do PIB de 1,20%. Para 2023, a previsão se manteve estável, com crescimento de 2,00%.

Inflação em setembro foi maior para as famílias de renda menor

O Indicador de Inflação por Faixa de Renda acelerou para todas as faixas no mês de setembro, mas revelou uma inflação mais acentuada para as famílias de renda muito baixa, com índice de 1,3%, enquanto o grupo de renda alta ficou em 1,09%. Os dados foram divulgados hoje (15) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

A inflação para o segmento de renda baixa foi de 1,2% no mês, para a renda média baixa, 1,21%, e para o segmento de renda média alta foi de 1,04%.

Segundo o instituto, o grupo habitação exerceu a maior pressão inflacionária para as famílias dos três segmentos de renda mais baixa. Para as famílias de renda muito baixa, pesaram os reajustes de 6,5% das tarifas de energia elétrica, de 3,9% do gás de botijão e de 1,1% dos artigos de limpeza. Já os alimentos em domicílio foram puxados especialmente pelas frutas (5,4%), aves e ovos (4%) e leites e derivados (1,6%).

As três faixas de renda mais alta repetiram o impacto sofrido em agosto, com peso maior no grupo de transportes, influenciada pelos reajustes de 2,3% da gasolina, de 28,2% das passagens aéreas e de 9,2% dos transportes por aplicativo.

No acumulado de 12 meses, a inflação para o grupo de renda muito está em 10,98%; a renda baixa acumula 10,72%; a renda média baixa está em 10,64%; a média tem alta de 10,09%; o grupo de renda média alta tem inflação em 12 meses de 9,32% e o grupo de renda alta teve inflação de 8,91%.

O Ipea aponta que para as famílias de renda muito baixa pesaram no acumulado do ano o aumento nos preços dos alimentos no domicílio, como carnes (24,9%), aves e ovos (26,3%) e leite e derivados (9%), além dos reajustes de 28,8% da energia e de 34,7% do gás de botijão.

Para as famílias com maiores rendimentos, a inflação acumulada sofreu impacto das variações de 42% dos combustíveis, de 56,8% das passagens aéreas, de 14,1% dos transportes por aplicativo e de 11,5% dos aparelhos eletroeletrônicos.